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Questão Original (utilizada como base da comparação)

(PUC - RIO GRANDE DO SUL - 2011)Número Original: 31Código: 12410

Inverno

Realismo
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Questão de Vestibular - PUC - RIO GRANDE DO SUL 2011
Questão de Vestibular - PUC - RIO GRANDE DO SUL 2011
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Desde as tragédias gregas, a violência sempre instigou a criação literária. O conflito entre nati- vos e europeus no tempo das descobertas, as batalhas sangrentas no estabelecimento das fronteiras do pampa, o mundo sem lei do serta- nejo, a degradação moral nos conglomerados urbanos são alguns dos enredos brutais que configuram o nosso imaginário literário. A vio- lência, mais do que um problema do nosso co- tidiano contemporâneo, é um tema recorrente, como atestam os textos desta prova. INSTRUÇÃO: Para responder à questão ,leiao excerto do conto “O caso da vara”, de Machado de Assis. “Sinhá Rita tinha quarenta anos na certidão de batismo, e vinte e sete nos olhos. Era apessoada, viva, patusca, amiga de rir; mas, quando convinha, brava como diabo. Quis alegrar o rapaz, e, apesar da situação, não lhe custou muito. Dentro de pouco, ambos eles riam, ela contava-lhe anedotas, e pedia- lhe outras, que ele referia com singular graça. Uma destas, estúrdia, obrigada a trejeitos, fez rir a uma das crias de Sinhá Rita, que esquecera o trabalho, para mirar e escutar o moço. Sinhá Rita pegou de uma vara que estava ao pé da marquesa, e ameaçou-a — Lucrécia, olha a varal A pequena abaixou a cabeça, aparando o golpe, mas o golpe não veio. Era uma advertência; se à noitinha a tarefa não estivesse pronta, Lucrécia rece- beria o castigo do costume. Damião olhou para a pe- quena; era uma negrinha, magricela, um frangalho de nada, com uma cicatriz na testa e uma queimadura na mão esquerda. Contava onze anos. Damião repa- rou que tossia, mas para dentro, surdamente, a fim de não interromper a conversação” Todas as afirmativas estão corretamente associadas ao excerto, EXCETO. A) Areação condicionada de Lucrécia, ao abaixar a cabeça frente à violência sistemática de Sinhá Rita, é um exemplo do tratamento psicológico que Machado de Assis confere aos seus personagens. B) Otrecho apresenta um narrador que não se furta a tecer comentários e emitir opiniões sobre os personagens. C) A passagem “Sinhá Rita tinha quarenta anos na certidão de batismo, e vinte e sete nos olhos” apresenta um caso de paralelismo recorrente den- tro do estilo literário de Machado de Assis: a coor- denação incomum de frases. Efeito similar obser- va-se, por exemplo, em Memórias Póstumas de Brás Cubas: “Marcela amou-me durante quinze anos e onze contos de réis” D) As expressões “amiga de rir” e “brava como dia- bo” demonstram contradições no comportamen- to de Sinhá Rita, que são ratificadas por suas ações no decorrer do conto. a O trecho possibilita um debate sobre a escravi- dão, o que exemplifica a profundidade na critica social trazida por Machado de Assis em seus contos. Essa denúncia é diluída em seus roman- ces, com menor preocupação social e mais centrados no indivíduo.


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     D     
     E     


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Exatamente Igual

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Realismo

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Questões Parecidas

1(UNESP- SP - 2020)Número Original: 14Código: 7505888

Primeira Fase - Prova de Conhecimentos Gerais

Realismo
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Questão de Vestibular - UNESP 2020
Questão de Vestibular - UNESP 2020
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Examine os gráficos. GRÁFICO 1 GRÁFICO 2 °C mm 120 100 (http://pt.climate-data.org) As dinamicas climaticas representadas nos graficos 1 e 2 cor- respondem, respectivamente, aos espacos retratados em (A) Capitães da Areia, de Jorge Amado, e O cortiço, de Aluísio Azevedo. (B) Vidas secas, de Graciliano Ramos, e Capitães da Areia, de Jorge Amado. (C) Vidas secas, de Graciliano Ramos, e Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa. (D) Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e O cortiço, de Aluísio Azevedo. (E) Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e Vidas secas, de Graciliano Ramos.


Opções de Resposta: 
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     C     
     D     
     E     




2(UNICAMP- SP - 2019)Número Original: 1Código: 6983565

Primeira Fase - Prova Q e X

Realismo
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Questão de Vestibular - UNICAMP 2019
Questão de Vestibular - UNICAMP 2019
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Ha duas maneiras de abrir i acabeca de uma pessoa: Ler um bom livro Ou usar um machado. Recomendo o de Assis. ay ison de QHiveira Muri: (Disponivel em https://www.facebook.com/Seboltinerante/photos/. Acessado em 28/05/2018.) “Acho que só devemos ler a espécie de livros que nos ferem e trespassam. Um livro tem que ser como um machado para quebrar o mar de gelo do bom senso e do senso comum.” (Adaptado de “Franz Kafka, carta a Oscar Pollak, 1904.” Disponível em https://laboratoriode sensibilidades.wordpress.com. Acessado em 28/05/2018.) Assinale o excerto que confirma os dois textos anteriores. a) d) A leitura é, fundamentalmente, processo político. Aqueles que formam leitores — professores, bibliotecários — desempenham um papel político. (Marisa Lajolo) Pelo que sabemos, quando há um esforço real de igualitarização, há aumento sensível do hábito de leitura, e portanto difusão crescente das obras. (Antonio Candido) Ler é abrir janelas, construir pontes que ligam o que somos com o que tantos outros imaginaram, pensaram, escreveram; ler é fazer-nos expandidos. (Gilberto Gil) A leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, por que não sonhar os meus próprios sonhos? (Fernando Pessoa) Excertos adaptados de: | Marisa Lajolo, A formação do leitor no Brasil. São Paulo: Ática, 1996, p. 28. Antonio Candido, Vários escritos. São Paulo: Duas cidades, 2004, p. 187. Gilberto Gil, Discurso no lançamento do Ano Ibero-Americano da Leitura, 2004. Fernando Pessoa, Páginas íntimas e de Auto-Interpretação. São Paulo: Atica, 1966, p. 23.


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3(USP - 2017)Número Original: 10Código: 6978126

Primeira Fase - Conhecimentos Gerais - Prova V

Realismo
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Questão de Vestibular - USP 2017
Questão de Vestibular - USP 2017
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Considerado no contexto de Memórias póstumas de Brás Cubas, o “livro” dos amores de Brás Cubas e Virgília, apresentado no breve capítulo aqui reproduzido, configura uma a) demonstração da tese naturalista que postula o fundamento biológico das relações amorosas. b) versão mais intensa e prolongada da típica sequência de d) e) animação e enfado, característica da trajetória de Brás Cubas. incorporação, ao romance realista, dos triângulos amorosos, cuja criação se dera durante o período romântico. manifestação da liberdade que a condição de defunto- autor dava a Brás Cubas, permitindo-lhe tratar de assuntos proibidos em sua época. crítica à devassidão que grassava entre as famílias da elite do Império, em particular, na Corte.


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4(ENEM- BR - 2018)Número Original: 28Código: 6971134

Primeira Aplicação - Primeiro Dia - Prova Amarela

Realismo
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Questão de Vestibular - ENEM 2018
Questão de Vestibular - ENEM 2018
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ABL lança novo concurso cultural: “Conte o conto sem aumentar um ponto” Em razão da grande repercussão do concurso de Microcontos do Twitter da ABL, o Abletras, a Academia Brasileira de Letras lançou no dia do seu aniversário de 113 anos um novo concurso cultural intitulado “Conte o conto sem aumentar um ponto”, baseado na obra 4 cartomante, de Machado de Assis. “Conte o conto sem aumentar um ponto” tem como objetivo dar um final distinto do original ao conto A cartomante, de Machado de Assis, utilizando-se o mesmo número de caracteres — ou inferior — que Machado concluiu seu trabalho, ou seja, 1 778 caracteres. Vale ressaltar que, para participar do concurso, o concorrente deverá ser seguidor do Twitter da ABL, o Abletras. Disponível em: www.academia.org.br. Acesso em: 18 out. 2015 (adaptado). O Twitter é reconhecido por promover o compartilhamento de textos. Nessa notícia, essa rede social foi utilizada como veiculo/suporte para um concurso literário por causa do(a) limite predeterminado de extensão do texto. interesse pela participação de jovens. atualidade do enredo proposto. fidelidade a fatos cotidianos. dinâmica da sequência narrativa. YVO@OO


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5(ENEM- BR - 2018)Número Original: 39Código: 6971100

Primeira Aplicação - Primeiro Dia - Prova Amarela

Realismo
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Questão de Vestibular - ENEM 2018
Questão de Vestibular - ENEM 2018
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Somente uns tufos secos de capim empedrados crescem na silenciosa baixada que se perde de vista. Somente uma árvore, grande e esgalhada mas com pouquíssimas folhas, abre-se em farrapos de sombra. Unico ser nas cercanias, a mulher é magra, ossuda, seu rosto está lanhado de vento. Não se vê o cabelo, coberto por um pano desidratado. Mas seus olhos, a boca, a pele — tudo é de uma aridez sufocante. Ela está de pé. A seu lado está uma pedra. O sol explode. Ela estava de pé no fim do mundo. Como se andasse para aquela baixada largando para trás suas noções de si mesma. Não tem retratos na memória. Desapossada e despojada, não se abate em autoacusações e remorsos. Vive. Sua sombra somente é que lhe faz companhia. Sua sombra, que se derrama em traços grossos na areia, é que adoça como um gesto a claridade esquelética. A mulher esvaziada emudece, se dessangra, se cristaliza, se mineraliza. Já é quase de pedra como a pedra a seu lado. Mas os traços de sua sombra caminham e, tornando-se mais longos e finos, esticam-se para os farrapos de sombra da ossatura da árvore, com os quais se enlaçam. FRÓES, L. Vertigens: obra reunida. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Na apresentação da paisagem e da personagem, o narrador estabelece uma correlação de sentidos em que esses elementos se entrelaçam. Nesse processo, a condição humana configura-se @ amalgamada pelo processo comum de desertificação e de solidão. fortalecida pela adversidade extensiva à terra e aos seres vivos. redimensionada pela intensidade da luz e da exuberância local. imersa num drama existencial de identidade e de origem. imobilizada pela escassez e pela opressão do ambiente. VO O O


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